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	<title>Arquivos tempurá - Gastronomia Carioca</title>
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	<description>Um blog pra quem gosta de comer e viver bem</description>
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	<title>Arquivos tempurá - Gastronomia Carioca</title>
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		<title>Nirá: o que é, como usar e benefícios</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Equipe Zona Sul]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 May 2021 19:02:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Azeites e temperos]]></category>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-drop-cap">Você já ouviu falar ou já provou nirá, também conhecido como cebolinha japonesa ou alho japonês? Esse vegetal de sabor inconfundível, com sabor que lembra alho, alho-poró e cebolinha tem conquistado cada vez mais paladares. Muito comum na culinária oriental, esse alimento vai bem em diversos pratos, além de fazer muito bem à saúde.</p>



<p>Conheça mais sobre este vegetal extremamente versátil que pode fazer parte do seu cardápio!</p>



<h3 class="wp-block-heading">Nirá: da Ásia para o mundo</h3>



<p>O nirá (<em>Allium tuberosum</em>) é um vegetal originário do Sudeste Asiático, pertencente à família das Aliáceas, a mesma da cebola, do alho, alho-poró e cebolinha. </p>



<p>Possui talos fortes e longos, de cor verde. Suas folhas têm um sabor intenso e característico de alho. Também possui um caule arredondado e crocante, de onde saem suas flores, chamado de <em>Hanánirá</em>, termo que em português quer dizer &#8220;broto de alho com flor&#8221;.</p>



<div class="wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile" style="grid-template-columns:42% auto"><figure class="wp-block-media-text__media"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="600" height="819" src="https://gastronomiacarioca.zonasul.com.br/wp-content/uploads/2021/05/expert_carlos_ohata_zona_Sul.jpg" alt="" class="wp-image-7551 size-full" srcset="https://gastronomiacarioca.zonasul.com.br/wp-content/uploads/2021/05/expert_carlos_ohata_zona_Sul.jpg 600w, https://gastronomiacarioca.zonasul.com.br/wp-content/uploads/2021/05/expert_carlos_ohata_zona_Sul-220x300.jpg 220w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></figure><div class="wp-block-media-text__content">
<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>A culinária japonesa e a cozinha asiática em geral não vivem sem o Nirá!</p>
<cite>Carlos Ohata, Expert Zona Sul em peixes e frutos do mar</cite></blockquote>
</div></div>



<p>No Brasil, é possível encontrar nirá em supermercados, feiras de rua, mercadões e em várias lojas orientais. Além disso, muitos cultivam o nirá em casa, em vasos médios e grandes, sem que haja a necessidade de quintal e espaço. &nbsp;</p>



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<div class="wp-block-button"><a class="wp-block-button__link has-vivid-red-background-color has-background wp-element-button" href="https://www.zonasul.com.br/institucional/nossas-lojas" style="border-radius:18px" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Compre Nirá nas lojas Zona Sul</a></div>
</div>



<h4 class="wp-block-heading">Benefícios</h4>



<p>Sabia que o nirá, além de ser uma delícia e combinar com diversos pratos, faz muito bem à saúde? Em primeiro lugar, por ser uma planta rica em fibras, é ideal para quem está de dieta, pois traz saciedade e ajuda na regulação do intestino. </p>



<p>Além disso, a planta ajuda a regular a pressão alta e atua como cicatrizante de de úlceras gástricas. Confira a seguir mais alguns benefícios:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Fortalece o sistema imunológico;</li>



<li>Tem ação antisséptica e detox;</li>



<li>É fonte de ferro, cálcio, zinco e fósforo;</li>



<li>É rica em vitamina A e vitamina C;</li>



<li>Auxilia na prevenção de gripes e resfriados;</li>



<li>É rica em proteínas;</li>



<li>Suas folhas, quando amassadas, ajudam a cicatrizar ferimentos e a tratar queimaduras;</li>
</ul>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="580" src="https://gastronomiacarioca.zonasul.com.br/wp-content/uploads/2021/05/infografico_nira_zona_sul-1024x580.gif" alt="" class="wp-image-7553" srcset="https://gastronomiacarioca.zonasul.com.br/wp-content/uploads/2021/05/infografico_nira_zona_sul-1024x580.gif 1024w, https://gastronomiacarioca.zonasul.com.br/wp-content/uploads/2021/05/infografico_nira_zona_sul-300x170.gif 300w, https://gastronomiacarioca.zonasul.com.br/wp-content/uploads/2021/05/infografico_nira_zona_sul-768x435.gif 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Nirá, infográfico por Zona Sul.</figcaption></figure>



<h4 class="wp-block-heading">Dicas de consumo</h4>



<p>Em primeiro lugar, utiliza-se toda a planta na gastronomia, ou seja, nada é desperdiçado. Além disso, o alho japonês é um alimento altamente versátil e, por isso, pode ser consumido cozido ou cru, como tempero, para realçar o sabor dos alimentos ou como ingrediente principal.</p>



<p>O nirá é muito utilizado em diversos pratos, como nos mais conhecidos e apreciados tempurás (empanados) e dumplings (pastéis no vapor de diversos formatos). Também muito usado salteado só com molho shoyu e saquê com óleo de gergelim.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="800" height="800" data-id="7555" src="https://gastronomiacarioca.zonasul.com.br/wp-content/uploads/2021/05/dumpling_nira_zona_sul.jpg" alt="" class="wp-image-7555" srcset="https://gastronomiacarioca.zonasul.com.br/wp-content/uploads/2021/05/dumpling_nira_zona_sul.jpg 800w, https://gastronomiacarioca.zonasul.com.br/wp-content/uploads/2021/05/dumpling_nira_zona_sul-300x300.jpg 300w, https://gastronomiacarioca.zonasul.com.br/wp-content/uploads/2021/05/dumpling_nira_zona_sul-150x150.jpg 150w, https://gastronomiacarioca.zonasul.com.br/wp-content/uploads/2021/05/dumpling_nira_zona_sul-768x768.jpg 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption class="wp-element-caption">Dunpling (pastéis no vapor)</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="800" height="800" data-id="7556" src="https://gastronomiacarioca.zonasul.com.br/wp-content/uploads/2021/05/tempura_zona_sul_nira.jpg" alt="" class="wp-image-7556" srcset="https://gastronomiacarioca.zonasul.com.br/wp-content/uploads/2021/05/tempura_zona_sul_nira.jpg 800w, https://gastronomiacarioca.zonasul.com.br/wp-content/uploads/2021/05/tempura_zona_sul_nira-300x300.jpg 300w, https://gastronomiacarioca.zonasul.com.br/wp-content/uploads/2021/05/tempura_zona_sul_nira-150x150.jpg 150w, https://gastronomiacarioca.zonasul.com.br/wp-content/uploads/2021/05/tempura_zona_sul_nira-768x768.jpg 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption class="wp-element-caption">Tempurás</figcaption></figure>
</figure>



<p>No Brasil, é comum o uso em saladas, sopas, caldos, omeletes e muito mais! Em geral, pode-se utilizar o vegetal da mesma forma que a cebolinha e o alho, ou seja, em feijões, carnes, frango, peixe, arroz etc.</p>



<p>Uma dica é <a href="https://antigo.zonasul.com.br/lula-grelhada-recheada-com-mix-de-cogumelos-e-pure-de-baroa/r/1151" target="_blank" rel="noreferrer noopener">esta receita de lula grelhada, com cogumelos e purê de batata baroa</a>, na qual o nirá entra perfeitamente como ingrediente.</p>



<div class="wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile has-background" style="background-color:#fae29f"><figure class="wp-block-media-text__media"><img decoding="async" width="580" height="405" src="https://gastronomiacarioca.zonasul.com.br/wp-content/uploads/2021/05/zonasul_lula-grelhada-recheada-com-mix-de-cogumelos-e-pure-de-baroa.png" alt="" class="wp-image-7557 size-full" srcset="https://gastronomiacarioca.zonasul.com.br/wp-content/uploads/2021/05/zonasul_lula-grelhada-recheada-com-mix-de-cogumelos-e-pure-de-baroa.png 580w, https://gastronomiacarioca.zonasul.com.br/wp-content/uploads/2021/05/zonasul_lula-grelhada-recheada-com-mix-de-cogumelos-e-pure-de-baroa-300x209.png 300w, https://gastronomiacarioca.zonasul.com.br/wp-content/uploads/2021/05/zonasul_lula-grelhada-recheada-com-mix-de-cogumelos-e-pure-de-baroa-360x250.png 360w" sizes="(max-width: 580px) 100vw, 580px" /></figure><div class="wp-block-media-text__content">
<p class="has-medium-font-size">Lula Grelhada, recheada com mix de cogumelos e purê de Baroa (com nirá!). Que tal aprender a receita?</p>
</div></div>



<p>Falando em frutos do mar, você também pode utilizar o ingrediente nessa deliciosa receita de bacalhau com lula e purê de kabocha (a abóbora japonesa), pelo Expert Carlos Ohata. Aperte o play:</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Bacalhau com Lula e purê de Kabocha por Carlos Ohata" width="1200" height="675" src="https://www.youtube.com/embed/M4Sz7Pn-F8o?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe>
</div><figcaption class="wp-element-caption">Bacalhau com lula e purê de kabocha por Carlos Ohata.</figcaption></figure>



<p>Enfim, agora que você sabe mais sobre esse delicioso e nutritivo alimento, é só usar a imaginação e consumi-lo em seus pratos prediletos. Com o inverno se aproximando, a dica é consumir nirá com caldos. </p>



<p>Entretanto, por ser uma planta sensível ao calor, recomenda-se que o nirá seja colocado somente ao final da preparação, dando um toque especial na receita.</p>



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<div class="wp-block-button"><a class="wp-block-button__link has-vivid-red-background-color has-background wp-element-button" href="https://gastronomiacarioca.zonasul.com.br/4-sopas-para-acrescentar-sabor-ao-seu-dia-a-dia/" style="border-radius:18px">Aproveite e aprenda receitas de sopas</a></div>
</div>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Muito além de sushi</title>
		<link>https://gastronomiacarioca.zonasul.com.br/muito-alem-de-sushi/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Revista Estação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Mar 2021 20:40:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Food]]></category>
		<category><![CDATA[Peixes e frutos do mar]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Estação]]></category>
		<category><![CDATA[Tá na mesa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Eliane Salles. Fotos Frederico de Souza Filico. Copyright Fato Editorial. Em maio de 1989, quando o Azumi (@azumirestaurante) abriu suas portas, a culinária japonesa ainda não contava com muitos [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Por Eliane Salles. Fotos Frederico de Souza Filico. Copyright Fato Editorial.</em></p>



<p class="has-drop-cap">Em maio de 1989, quando o Azumi (<a href="https://www.instagram.com/azumirestaurante/?hl=pt-br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">@azumirestaurante</a>) abriu suas portas, a culinária japonesa ainda não contava com muitos apreciadores no Rio de Janeiro. Mas isso não importava muito para seu Isao Ohara, o proprietário do restaurante. Afinal, cansado de não ter onde comer uma genuína comida japonesa fora de sua casa, Ohara decidiu criar um espaço em que japoneses pudessem desfrutar da tradicional culinária nipônica.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Beleza pura</h3>



<p>Passadas três décadas, a comida japonesa caiu no gosto do brasileiro e o restaurante do seu Isao, no do carioca.</p>



<p>Para conquistar o paladar do mundo ocidental, a milenar culinária teve que fazer concessões. O mesmo, no entanto, não aconteceu no Azumi, onde servir uma comida tradicional e familiar continua sendo a tônica.</p>



<div class="wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile" style="grid-template-columns:36% auto"><figure class="wp-block-media-text__media"><img decoding="async" width="390" height="485" src="https://gastronomiacarioca.zonasul.com.br/wp-content/uploads/2021/03/alissa_ohara_filico_zona_sul_azumi-1.jpg" alt="" class="wp-image-6763 size-full" srcset="https://gastronomiacarioca.zonasul.com.br/wp-content/uploads/2021/03/alissa_ohara_filico_zona_sul_azumi-1.jpg 390w, https://gastronomiacarioca.zonasul.com.br/wp-content/uploads/2021/03/alissa_ohara_filico_zona_sul_azumi-1-241x300.jpg 241w" sizes="(max-width: 390px) 100vw, 390px" /></figure><div class="wp-block-media-text__content">
<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>&#8220;No Azumi, é como se você estivesse comendo num restaurante numa esquina de Tóquio ou na casa de um japonês.&#8221;</p><cite>Alissa Ohara, restaurante Azumi</cite></blockquote>
</div></div>



<p>A família Ohara, que perdeu seu patriarca há dois anos, não abre mão da tradição. “É uma culinária [a do restaurante] que vem direto do Japão e despenca aqui. No Azumi, é como se você estivesse comendo num restaurante numa esquina de Tóquio ou na casa de um japonês. Minha preocupação, como a dos meus pais, é apresentar a real culinária japonesa”, diz Alissa Ohara (<a href="https://www.instagram.com/ohara.alissa/?utm_source=ig_embed" target="_blank" rel="noreferrer noopener">@ohara.alissa</a>). Ela é filha do fundador, que agora comanda a cozinha e o salão do restaurante.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Patrimônio Imaterial da Humanidade</h3>



<p>Reproduzir no Rio de Janeiro a tradicional gastronomia nipônica não parece ser tarefa muito fácil. Cabe lembrar que, em 2013 (por seus cuidadosos preparos, rigorosa escolha de produtos, ritualística e apresentação, entre outros fatores), o <em>washoku</em>, a milenar culinária japonesa, recebeu da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) o título de Patrimônio Imaterial da Humanidade.&nbsp;</p>



<div class="wp-block-cover has-background-dim"><img decoding="async" width="1500" height="1000" class="wp-block-cover__image-background wp-image-6766" alt="" src="https://gastronomiacarioca.zonasul.com.br/wp-content/uploads/2021/03/comida_japonesa_destaque_zona_Sul.jpg" data-object-fit="cover" srcset="https://gastronomiacarioca.zonasul.com.br/wp-content/uploads/2021/03/comida_japonesa_destaque_zona_Sul.jpg 1500w, https://gastronomiacarioca.zonasul.com.br/wp-content/uploads/2021/03/comida_japonesa_destaque_zona_Sul-300x200.jpg 300w, https://gastronomiacarioca.zonasul.com.br/wp-content/uploads/2021/03/comida_japonesa_destaque_zona_Sul-1024x683.jpg 1024w, https://gastronomiacarioca.zonasul.com.br/wp-content/uploads/2021/03/comida_japonesa_destaque_zona_Sul-768x512.jpg 768w" sizes="(max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /><div class="wp-block-cover__inner-container is-layout-flow wp-block-cover-is-layout-flow">
<p class="has-text-align-center has-large-font-size">O <em>washoku</em>, a milenar culinária japonesa, recebeu da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) o título de Patrimônio Imaterial da Humanidade.&nbsp;</p>
</div></div>



<p>No Azumi, alguns insumos, como <em>nori</em> e <em>wasabi</em> vêm do Japão. O mesmo acontece com o arroz, que, segundo Alissa, “é a alma da culinária japonesa” e do qual é impossível abrir mão, mesmo que os preços pesem três vezes mais no bolso. Itens como o <em>missô</em> e <em>shoyu</em>, e até alguns saquês, vêm de colônias de imigrantes, que se dedicam a seguir rigorosamente técnicas e cuidados, tais como no Japão, há décadas.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Comida caseira</strong></h3>



<p>O restaurante, que desde sua fundação se posiciona como uma extensão da casa dos Ohara, é conhecido por seu cardápio extenso e inusitado – pelo menos para quem não conhece a tradicional cozinha nipônica.</p>



<p>Pratos crus, assim como no Japão, são franca minoria. O forte são os quentes. <em>Teishoku,</em> refeição executiva ao estilo japonês, com proteína e vegetais cozidos, arroz e <em>misohiro</em>; <em>lámen</em>; e <em>donburi</em>, prato de arroz e <em>topping</em> são alguns dos carros-chefes.</p>



<div class="wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile has-background" style="background-color:#eae7db;grid-template-columns:43% auto"><figure class="wp-block-media-text__media"><img decoding="async" width="1000" height="972" src="https://gastronomiacarioca.zonasul.com.br/wp-content/uploads/2021/03/comida_japonesa_zona_sul_quentes.jpg" alt="" class="wp-image-6779 size-full" srcset="https://gastronomiacarioca.zonasul.com.br/wp-content/uploads/2021/03/comida_japonesa_zona_sul_quentes.jpg 1000w, https://gastronomiacarioca.zonasul.com.br/wp-content/uploads/2021/03/comida_japonesa_zona_sul_quentes-300x292.jpg 300w, https://gastronomiacarioca.zonasul.com.br/wp-content/uploads/2021/03/comida_japonesa_zona_sul_quentes-768x746.jpg 768w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></figure><div class="wp-block-media-text__content">
<p class="has-medium-font-size">Pratos crus, assim como no Japão, são franca minoria. O forte são os quentes.</p>
</div></div>



<p>O cardápio, que contava com 300 itens antes da pandemia, está mais enxuto, mas continua refletindo a riqueza da culinária japonesa e o amplo conhecimento que os Ohara têm dela.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Aprenda uma receita fácil e tradicional</strong>: Kakiage</h3>



<p>Para esta edição, Alissa compartilhou com os leitores da revista <a href="https://gastronomiacarioca.zonasul.com.br/revista-estacao/">Estação Zona Sul</a> sua receita de <em>kakiage</em>, uma variante de <em>tempurá</em>. </p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>“É um pratinho versátil, fácil e econômico. Com pouquíssimos ingredientes, você faz uma comidinha gostosa, que alegra a família”, diz Alissa.</p></blockquote>



<p>Confira o passo a passo do preparo do kakiage, por Alissa Ohara | Azumi Restaurante.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="[ Revista  Estação Zona Sul ] Alissa Ohara ensina receita do Azumi" width="1200" height="675" src="https://www.youtube.com/embed/EU8s-Ngr9J0?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe>
</div><figcaption>Kakiage por Alissa Ohara.</figcaption></figure>



<p><strong>Ingredientes</strong> (2 porções)</p>



<p><strong>Massa de <em>tempurá</em></strong></p>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>½ </strong>xícara (chá) de farinha de trigo</li><li>½ xícara (chá) de amido de milho</li><li>1 colher (chá) de fermento</li><li>1 pitada de sal</li><li>1 xícara (chá) de água gelada</li></ul>



<p><strong><em>Kakiage</em></strong></p>



<ul class="wp-block-list"><li>50g cebola cortada em pedaços finos</li><li>50g de cenoura cortada em pedaços finos</li><li>50g de vagem cortada em pedaços diagonais</li><li>Óleo de soja, milho ou canola em quantidade abundante para fritar (ao menos 3 cm do fundo da panela)</li></ul>



<p><strong>Serviço</strong></p>



<ul class="wp-block-list"><li>Sal a gosto</li><li>Limão a gosto</li><li>Molho <em>shoyu</em> a gosto (opcional)</li><li>Molho <em>tentsuyu</em> a gosto (opcional)</li></ul>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>Dica da <em>chef</em>: os ingredientes podem variar de acordo com a preferência. Vegetais, carnes, frutos-do-mar são alguns dos itens que podem ser utilizados.</p></blockquote>



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<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="683" src="https://gastronomiacarioca.zonasul.com.br/wp-content/uploads/2021/03/kakiage_azumi_zona_sul_revista_estacao_filico-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-6760" srcset="https://gastronomiacarioca.zonasul.com.br/wp-content/uploads/2021/03/kakiage_azumi_zona_sul_revista_estacao_filico-1024x683.jpg 1024w, https://gastronomiacarioca.zonasul.com.br/wp-content/uploads/2021/03/kakiage_azumi_zona_sul_revista_estacao_filico-300x200.jpg 300w, https://gastronomiacarioca.zonasul.com.br/wp-content/uploads/2021/03/kakiage_azumi_zona_sul_revista_estacao_filico-768x512.jpg 768w, https://gastronomiacarioca.zonasul.com.br/wp-content/uploads/2021/03/kakiage_azumi_zona_sul_revista_estacao_filico.jpg 1500w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption>Kakiage, por Alissa Ohara. Foto: Filico.</figcaption></figure>



<p><strong>Preparo</strong></p>



<p><strong>Massa de <em>tempurá</em></strong></p>



<p>Junte todos os ingredientes secos e misture. Em um <em>bowl</em>, coloque água gelada e adicione, aos poucos, a mistura das farinhas. Para não liberar glúten, não mexa muito, mesmo que fiquem bolas de farinha. Reserve na geladeira.</p>



<p><strong><em>Kakiage</em></strong></p>



<p>Misture os vegetais fazendo diferentes combinações, a seu gosto. Numa panela semifunda, coloque óleo e aqueça a 160° C. Misture um punhado de vegetais a um de massa e, com uma colher, coloque os bolinhos para fritar. Depois de fritos, reserve-os em um prato com grade ou papel-absorvente.</p>



<p><strong>Serviço</strong></p>



<p>Sirva guarnecido com sal, limão, <em>shoyu</em> ou <em>tentsuyu</em>.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><strong>Dica:</strong> Alissa Ohara varia os ingredientes. Vegetais, carnes, frutos-do-mar são alguns dos itens que podem ser utilizados.</p></blockquote>



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