Cada vez mais o consumidor quer saber: “de onde vem o que está no meu prato?”. Alimentos naturais, frescos e de origem conhecida ganharam espaço na rotina de quem busca comer melhor e com mais consciência. Atento a esse movimento, o Zona Sul valoriza produtores locais na seleção do setor de hortifruti, aproximando o campo da cidade e garantindo frutas, legumes e verduras mais frescos, saborosos e cheios de história, desde a origem. Conheça quem está nos bastidores desse ciclo positivo.
Aqui você vai ver:
A tendência de voltar às origens
Nas últimas décadas, a forma como as pessoas escolhem o que comer mudou bastante. Cresceu o interesse por alimentos naturais, orgânicos e menos processados, impulsionado por uma busca maior por saúde, transparência na origem dos ingredientes (clean-label) e respeito ao meio ambiente. Consumidores querem saber de onde vem o que estão consumindo, como foi produzido e quais impactos esse alimento gera ao longo da cadeia produtiva.
Frutas, legumes, verduras, grãos e produtos artesanais passaram a ocupar um espaço cada vez mais importante na rotina alimentar, substituindo opções ultraprocessadas por escolhas mais simples e próximas da natureza, respeitando o tempo de cultivo e preparo, que ganhou até nome enquanto cultura: slow living.
Segundo relatórios recentes de comportamento do consumidor e tendências globais de alimentação publicados pela Euromonitor International, a gastronomia contemporânea também tem abraçado conceitos como:
- Alimentação plant-forward (mnos carne, mais plant-based)
- Valorização da cozinha simples e regional
- Comer como parte de uma experiência sensorial
- Gastronomia funcional e alimentos que promovem saúde
- Cozinhar em casa, como um “ritual”
Nesse contexto, os pequenos produtores ganham destaque. Agricultores, produtores artesanais e marcas locais têm um papel fundamental nesse novo cenário alimentar, oferecendo produtos cultivados com cuidado, com técnicas mais sustentáveis e com forte conexão com o território onde são produzidos.
É nesse cenário de gastronomia sustentável que o Zona Sul abre espaço para produtores locais, prezando por alimentos frescos e selecionados, que chegam no tempo certo ao hortifruti da rede e, consequentemento, do hortifruti para a sua casa.
Por que produtores locais?
No entanto, a escolha por produtores locais vai além da escolha por insumos frescos. Eles carregam histórias, tradições familiares e um profundo respeito pela terra e pelos processos artesanais. Cada hortaliça colhida no ponto certo e cada produto elaborado em pequena escala traz consigo tradição e experiência.


Cada um dos sítios e fazendas que fornecem insumos fresquinhos de qualidade para o Zona Sul conta com uma família que reflete o conhecimento passado de geração em geração. Entre elas estão:
- Família Takeshi (Teresópolis – RJ)
- Família Andrade / Fazenda Retiro ( Barbacena – MG)
- Família Ferreira / Sítio Galego ( Barbacena – MG)
- Família Ceolin / Sítio Chacrinha (Barbacena – MG)
- Carlinhos / Sítio Nossa Senhora Aparecida (Antônio Carlos – MG)
- Família Ferreira / Sítio Agrícola Dourada (Venda Nova /Teresópolis – RJ)
- Douglas Araújo / Sítio Flora (Vieira / Teresópolis – RJ)



A parceria com pequenos agricultores e marcas artesanais também fortalece a economia regional. Ao apoiar esses produtores, o Zona Sul ajuda a manter viva uma cadeia produtiva mais sustentável, incentivando práticas responsáveis e a valorização do trabalho local: um verdadeiro ciclo do bem.


Além da horta: apoio às marcas locais
Sabia que o apoio aos empreendedores abrange mais do que o setor de frutas, verduras e legumes? Essa conexão aparece em iniciativas como o movimento de apoio às marcas locais, valorizando a produção artesanal dos mais variados produtos: chocolates, queijos, cafés, conservas, molhos, cervejas e muito mais.
Ao chegar às prateleiras, as marcas locais selecionadas ampliam o repertório gastronômico de quem gosta de experimentar sabores novos e descobrir marcas brasileiras.



Tudo isso faz parte de um conjunto de iniciativas sustentáveis que buscam aproximar produtores e clientes, estimular práticas mais responsáveis e construir uma cadeia alimentar mais consciente, da origem até a mesa.













